Um objetivo maior
Conversa InformalAté meados dos anos 30, a ideia de responsabilidade social era virtualmente desconhecida pelas corporações. A percepção comum era que essa não era uma questão que cabia ao mundo corporativo tratar e que em nada interferiria na performance dos colaboradores e, portanto, da empresa em si. No fim da década de 60, as preocupações ambientais começaram a ser levantadas e delas outras preocupações e ações nasceram.
No Brasil o processo de “conscientização humana” do mundo corporativo foi lento, mas hoje caminha a passos longos e até rápidos. Empresários percebem cada vez mais que o exercício da cidadania tem um impulso diferente se feito por uma sociedade organizada. Portanto começar esse exercício dentro das suas sociedades/empresas começa a ser encarado como um diferencial.
Fatalmente, diante da deficiência do Estado em suprir as demandas sociais, empresas atuam cada vez mais de forma proativa e incorporam um discurso social mais justo, claro, agregando a atuação responsável a resultados sociais e corporativos. Em todo o país, e por todo o Estado de Pernambuco, várias entidades ou empresas desenvolvem ou apoiam projetos e estratégias sociais.
Criar o Relatório de Ações Sustentáveis foi a maneira que nós da Negócios PE encontramos para destacar não as empresas, mas suas ações dentro da temática explorada. Nas páginas que se seguem, mostraremos o que fazem, pensam, querem, conseguem e aonde pretendem chegar o Instituto Shopping Recife/Shopping Recife, o Grupo Raymundo da Fonte, o Sesi, a Usina São José e o Walmart.
É importante dizer que entendemos que a divulgação da performance social de uma empresa interessa a grupos empresariais pelas mais diversas razões, entre elas a ética e a absorção do seu papel como ator social e agente do desenvolvimento de um país, Estado, cidade ou comunidade.
E é apenas o começo.
Boa leitura!
Gisela Pitanga
Coordenadora do Relatório de Ações Sustentáveis
gisela@revistanegociospe.com.br

